João Batista Silva
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Estórias de Uma História
Que saudade ingrata...!
Quase que mata.
Aquele amor
Verdadeiro e puro,
De alma segura,
Paixão e saudades...

São letras ou frases?
Não importa o que são!
Para muitos,
Inspiram uma vida.
Que um dia se vai...
E quando se for...!

A história que fica,
Alegre e rica,
Linda e pacífica,
Que um dia viveu...
Aos culpados... não sabe
Ao menos dizer.

Um adeus por atacado,
Da triste história.
Só resta agora...
Pedir e cantar.
Pedir a velhice...
Uma boa caduquice.

Para não se esquecer:
Esquecer do pecado,
Que um dia cometeu
Enquanto sofreu...
A pensar...
A querer!

A cantar e dizer,
Que a tristeza é assim:
Ela vai e volta,
Quando se solta,
Do amor que perdeu,
Que sonhou.

Que deixou a história
Perdida no tempo,
Enquanto o vento
Passar de mansinho,
Levando e trazendo carinho.

O correio da sorte,...
Da sorte que um dia...
Bateu palmas de alegrias,
Na construção do seu coração,
Oferecendo amor verdadeiro
Onde está sua geração.

Uma janela ficou aberta...
Até quando... não sei?
As realidades de outros dias,
Hoje são alegrias,
Que vivem no coração.

As rosas perfumadas,
Abraçando a felicidade,
Cantando e vivendo,
Ao tempo dizendo,
As estórias de uma aventura,
De uma paixão.

Que se transformaram,
Na mais linda História,
De amor e saudade,
Esperança e realidade.
Que enxugaram as lágrimas,
Com o lenço do vento.

Os pés enrolados,
Na relva molhada...
Viver para dizer,
Que o amor venceu!
Enquanto vive, viveu e viverá...

(Poema inserido no texto Estórias de Uma Histórias,
pág. 90 da obra As Aventuras de Uma Paixão).
João Batista Silva
Enviado por João Batista Silva em 06/06/2015


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