João Batista Silva
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As Músicas e os Músicos 
 
     As músicas no mundo da arte!
     A cada momento reflorescem no mundo atual desejos alimentadores de desenvolvimentos, com visão da arte científica e modeladora das revelações naturais de cada um, que se ingressa no caminho científico, para transmitir as divinas manifestações do saber musical.
     São fundamentais as escolas ambicionistas do saber, da vontade, das teorias e das ciências, quando se abraçam, com objetivos entusiasmadores dos pensadores nas transmissões das luzes focalizadoras do saber, das ilustrações, na transmissão da liberdade dos pensamentos.
     Os comportamentos individuais ou agrupados, nas divulgações espontâneas, apaixonados que elevam naturalmente a exaltação tradicional do progresso artístico, inseridos nos desejos atrativos, da maioria dos que acreditam na arte musical como forma simpática, revolucionista do saber e do poder.
     Não se pode desprezar a potencialidade das escolas, nos seus diversos aspectos globalizadores e implantadores de outras imaginações, relacionadas à razão do saber transmitir com eficácia as aspirações e inspirações.
     Outros propósitos procuram reviver de modo simples, com criatividades acalentadoras, equilibradas nas expressões de seus talentos. Resgatando de modo compreensível alguns valores significativos do passado cultural, que por pouco se perdem na imensidão do saber. Limitações teóricas e científicas existem e se pode perceber com facilidades no mundo artístico.
     Muitos já nascem no berço de ouro, com recomendáveis fantasias, que ultrapassam o sentido real de suas limitações, imaginações e critérios, no desejo de escolher e saber transmitir para o mundo formador de opiniões, as potencialidades encantadoras da arte, da glória, dos versos, das melodias e das emoções de cada pessoa, no seu mundo íntimo da paixão, das delícias que a vida pode oferecer.
     Os sofisticados recursos científicos elevam em muitos amadores e principiantes no campo da arte, condições privilegiadas em relação aos menos favorecidos do poder econômico e dos caminhos influenciadores da imprensa falada e escrita.
     Não se pode negar que talentosos artistas, ainda se encontram perdidos nos seus mundos. Suas músicas, suas obras não conseguiram ultrapassar os obstáculos impostos por uma sociedade, em que muitos ainda desconhecem a potencialidade do mundo cultural.
     Mesmo assim, com simplicidade e persistência, quantos já chegaram a atingir os limites da sabedoria nos diversos campos científicos e artísticos, consagrando a imortalidade com coroas de ouro e prata.
     Na imensa estrada, em que a vida vai nos levando conscientemente, ou até despercebidos pelas fatalidades dos acontecimentos, cabe-nos observar os grandes sinais aparentes, com encantadoras perspectivas do saber fazer e vencer. Viajar ao passado, observar canções, selecionar e transmitir ao mundo atual valores atraentes, assinalados de uma rica fonte de entusiasmados delírios, com efeitos especiais no destino de muitos que ainda se apegam na arte musical, como forma de se tornarem independentes e alimentarem suas paixões no campo do amor.
     As lembranças do passado, do presente são fontes encantadoras de nossa alma, de nossas intimidades na vida que sonhamos.
     Às vezes, não temos ou desprezamos aqueles sofisticados recursos e nos apegamos aos simples sentimentos e valores da perfeição. Viajar por esse imenso espaço celeste, tentando encontrar o desejo da sonhada felicidade, que muitos ainda não conseguiram.
     É extremamente importante verificar dentre tantos recursos, aqueles em que as pessoas conseguem se comunicar através das músicas, na observância de suas letras e melodias. É realmente de se encantar.
     A exemplo, nesta tendência de ideias, imitações com estéticas e influências do passado para o presente, cabem nas citações de momentos extravagantes na noite de domingo, dia dezessete de outubro de dois mil e quatro, às 23:25 h, quando estava a ouvir um programa de Rádio Difusão, de uma emissora de nossa Bom Despacho, com um competente profissional, dirigente do programa, onde as tristezas não ficam, porque a boa música reflete a mentalidade de cada ouvinte e os momentos de alegria são formadores de opiniões que alegram, que transbordam rios de sensações de felicidades e das paixões. As delicadas músicas foram caindo uma a uma na mais profunda intimidade da alma, transmitindo as mais belas sensações de prazeres, de emoções, de paixões, de esperanças e amores. O matemático, Sr. Ailton Ferreira, até perdeu as contas de quantas músicas foram oferecidas aos ouvintes naquela noite. Foram enumeradas até 101.5, das quais algumas foram identificadas e eu também viajei no espaço, buscando e sonhando como todos, o direito de complementar os momentos felizes, mesmo que seja através da imaginação.
     Não é uma propaganda de cantores, mesmo porque já são imortais. Eis as músicas:
     - Tudo que Sonhei, com Roberto Carlos;
     - Não se Esqueça de Mim, com Roberto Carlos;
     - Guarda seu Amor só pra Mim, com Juanita & Richard;
     - Meu Primeiro Amor, com Moacir Franco;
     - Espere um Pouco, com Nilton César;
     - Dio Come ti Amo, com Gigliola Cinguetti
     E outras programações de Rádio Difusão com músicas sertanejas.
     É uma comunicação elementar na vida de muitos. As músicas são pedidas, oferecidas, às vezes com dedicatórias, mesmo que em muitos casos, as pessoas não se conhecem e se comunicam.
     As comunicações são através das letras e suas interpretações, que vão se adequando aos sentimentos e desejos do ouvinte naquele momento. São valores culturais que não se devem perder.
     Àquela linda menina de coração jovem que ofertou-me a música, um muito obrigado. Foi inesquecível! Você continua a mesma linda de sempre. Os mesmos olhares, os mesmos talentos. O mesmo amor nos esperando.

Bom Despacho/MG, 17 de outubro de 2004, às 23h45.

Uma homenagem aos músicos e amigos:
 
TRIO HORIZONTE
Valadares, Silva e Chaveco (in memoriam).
 
OS GRISALHOS E SUAS SERESTAS
Geraldo Ribeiro da Silva - Apresentando suas músicas no violão sete cordas.
Rafael Rodrigues (Cuiê), Jovelino Jerônimo de Oliveira (Juquinha).
Ildefonso Adão (Tião Mulato), José Raimundo Campos (Colibri),
Leonardo Augusto.

Laender Moura, Ana Maria de Sousa Moura (Aninha).
Laender Otávio de Sousa Moura (Tavinho).
João Batista Silva
Enviado por João Batista Silva em 14/08/2018
Alterado em 22/08/2018
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