João Batista Silva
CapaCapa
TextosTextos
PerfilPerfil
Livros à VendaLivros à Venda
Livro de VisitasLivro de Visitas
ContatoContato
Textos

Amor Celícola
     Um amor que tem a cor do céu, das estrelas, das nuvens... Que veio de longe, muito longe. Um lindo amor que era para ficar e não ficou. Que dizia ser meu e se foi. Olhando para dentro de minha alma, tento encontrar justificativas de um lado, do outro, e o meu Eu não se conforma, e inconformado, encoraja na esperança de associar-se ao perfume que transpira através da razão, dos esforços, inserido aos sentimentos, que transbordam lindas canções de um passado que se faz presente, esperanças maravilhosas; ou, se não posso classificá-los como tais, ao menos tentar entendê-los.
     As inconformidades transitórias aumentam as sementes, contaminadoras dos desejos de encontrar os segredos de uma sociedade racionalista, confiante nas ideias humanísticas, como base concreta, para solucionar todos os problemas contraditórios que aproximam de nossas expectativas, em razão dos mais diversificados contextos, quer sejam na religião, na política, no esporte, na família, ou nos casos inibidores do amor, onde os raios de luz ainda não chegaram, e quando examinarmos por um instante, entenderemos que o Criador, de fato, nos ambicionou ao dever circunstancial do perdão, com métodos exemplares, aperfeiçoadores, coerentes para incrementar aspirações prioritárias, para uma conscientização do amor. Se houver falsidade não é amor, e sim fantasias que se perderão. Mas o amor sólido supera tempestades, “espera acontecer” e não precisa pedir perdão.
     Dos ilustres experimentadores inconformados, que procuram os encantos, as belezas sábias e compreensivas decisões, elevam ainda mais as sinceras e justas posições de uma dama nos seus oportunos momentos, em que existiram profundas avaliações relacionadas a um amor, que às vezes, a imortalidade ainda não o direcionou aos limites de sua trajetória.
     Assim, as conclusivas e vaidosas opiniões dirão: mulher, você venceu! E o amor também!

BOM DESPACHO, 03 DE OUTUBRO DE 2004, ÀS 23:20 H.

CELÍCOLA – DO CÉU
 
João Batista Silva
Enviado por João Batista Silva em 22/08/2018
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras