João Batista Silva
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Olhares Apaixonantes

Meu Deus..., meu Deus!
Será tudo isso um sonho? Ou estou realmente opressivo diante de alguns desafios, que não tardariam em muito a chegar? Mesmo que procurássemos evitar tais encontros, o resto de nossa existência, assim como temos feito há tantos anos. Com modelos exemplares de decisões absolutamente em contrastes aos sentimentos demolidores do meu eu, ou seja, dos nossos sentimentos; em especial, aqueles em que o entusiasmo foi sincero, prudente, racional, para com a postura decisiva, que realça as fronteiras dos corações.
Quantos olhares jogamos nos braços um do outro? Olhares de ciúmes, de insignificâncias, de apaixonados, de sérios conformados, de restrições e muitos outros, que não se consumaram... Até olhares tradutores de fortes sentimentos.
É lamentável conduzir essa situação, como se nada especial estivesse acontecendo nos fortes olhares da dinâmica dos pensamentos, nos diversos encontros em que se podem definir como ilusórios os incidentes de quaisquer manifestações. As acalentadoras dos protestos formatadores do imenso conjunto, de excessivas considerações, em que o propósito é manifestar procedimentos caracterizadores. Da mais sublime expressão dos sentimentos que invadem o universo dos apaixonados, quer sejam através de simples olhares, ou comportamentos individuais, focalizadoras das causas e dos efeitos, em particulares intenções de felicidades.
Mesmo sabendo que outras reações poderiam aflorar desejos e aspirações do real ou irreal, do sonhar acordado ou dos sonhos, que não passavam de ideias consideradas improcedentes e invasoras do espaço sentimental, onde a capacidade do raciocínio é limitada.
É acalentador o desejo perceptível do belo, do lírico, dos possíveis argumentos encantadores, da surpreendente imposição, de felicitações dos ousados comportamentos diferenciadores na alma de cada olhar, e no olhar de cada alma. Na perfeição dos talentos emudecedores, que alimentam a esperança de cada olhar, de cada instante, em que se cruzam emocionalmente os pensamentos.
Fatalidade maior não há, senão a invasão dos sentimentos através dos valorizados gestos em abundâncias, em formações dos equilibrados momentos rastreadores, da sublime paixão contaminadora do íntimo do meu eu. Apesar de tudo isto, outra manifestação catastrófica seria ainda maior, aquela em que não se pode usar do direito de usufruir do próprio gesto da razão, dos benefícios dos sentimentos inseridos, conexos através dos olhares apaixonados, que a alma não pode evitar, nem mesmo ignorá-los. Esta energia em abundâncias proporcionais acumulam-se sorrateiramente no fundo da imaginação e se estacionam.
Dependendo das conclusões nos diversos extremos, obstáculos e outras interpretações, questionadoras dos perigosos momentos, em que sufocamentos abstratos, revolucionam ainda mais, a angústia contagiante da culpa, que às vezes, não se divide. Dificultando em muito a evolução talentosa e inspiradora, que os olhares não devem desprezar. E, principalmente reconhecer a imensidão da inércia, que contagia o espaço sentimental das pessoas, na intimidade do seu mundo.

BOM DESPACHO, 14 DE OUTUBRO DE 2004, ÀS 23:00 H.
João Batista Silva
Enviado por João Batista Silva em 28/09/2018
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