João Batista Silva
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Deixem Seus Amores Só Para Vocês

Com amor não se deve brincar. Não se deve tentar esquecer e muito menos ignorá-lo. O amor fala por si. Tem argumentação sólida, apresenta suas razões emocionais convencedoras e explicativas. O amor centraliza-se na ideia base e focaliza obviamente em rumo aos princípios do apoiar e justificar declarações sentimentais.
O amor procura excluir atitudes anormais, insólitas, ou particularmente local, em função da imaginação caprichosa e desaventurada do mundo em que vive, e recebe os aplausos impulsionadores da recusa pelos aspectos cruéis, dolorosos e outras tentativas preferenciais de adaptação ao contraditório.
Amor se cura com amor, com beijos e abraços, gestos reais e normais de um em função do outro. O amor dele está para ela, assim como ela está para o amor dele. Um complementa o outro. Não existem máquinas que possam substituir quaisquer gestos humanos em relação ao que se refere. É inexistente, inadmissível querer mudar os rumos de uma esperança, que caminha no soprar dos ventos, nos cânticos dos pássaros, que vão contaminando os corações das pobres almas humildes, que se entregam aos sonhos e não conseguem romper a barreira da realidade deprimida, que não seduz aos golpes etiquetados dos mais absurdos e fraudulentos devastadores do tempo e do espaço, do não saber e não querer.
Amor é coisa séria e já levaram muitos moralistas intolerantes ao ridículo, ao hospício, aos mais cruéis gestos de desamor, em que uma pessoa pode-se envolver.
É fatal, quando não se conduz na forma viável, responsável e livre. Imoral é aquele que se levanta, se joga nos braços das palavras agressivas, às vezes, das bebidas em exagero, para dizer com rompantes másculos que não conhece o amor, que não gosta de ninguém, ou mais grave ainda, dizer que amor é coisa de desocupados, de adolescentes, de novelas, etc.
Às vezes, seu corpo físico já pertence a outro, não é menina? Assim como sua família, seus trabalhos, suas horas de lazer, de falar, de chegar e sair de sua casa, até sua vida já é uma rotina que pertence a outro. Isso não se deve negar.
O menino de outrora também não mais pertence a ele próprio. É de uma estimada família em que cada um, pertence a outro, dos mais simples aos mais aplausíveis desejos.
A profundidade do amor está na alma, na fonte legítima da sabedoria de amar, de querer e saber esperar, de desejar, de sonhar, de tentar uma realidade, a que poderá chegar. Na legitimidade do amor não tem traidores ou traídos, enganador ou enganado.
Você, menina, linda como antes, uma princesinha adormecida, prendada, sensual, apaziguadora, lábios de mel, mágica. Sua presença poderá estar distante do seu menino, que tanto sonhou e sonha. Mas seu amor verdadeiro é legítimo, não vacila. Ele sabe esperar!
Você menino, viajou tanto por esse mundo sem fronteiras, na capital mineira, aqui e ali, foi e voltou. Se fez presente em tantos locais diferentes, distintos, aconchegantes. Pertenceu a tantas, que nem se lembra de todas. Mas o seu amor verdadeiro, o amor de sua alma, está para ela, sua menina encantada, aquela que jamais esquecerá.
Negar-se o amor é negar a você mesma, uma parte de seu corpo, de sua alma, de suas atitudes.
Deixem seus amores só para vocês! Vocês se merecem, se amam, se desejam, se gostam demasiadamente. Até as estrelas do céu sabem o quanto vocês se amam, se sofrem por amor. Deixem que as estrelas falem por vocês. Mesmo que seja um dia, junto delas, no paraíso encantado e iluminado. Deixem que seus amores falem a verdade, expressem a legitimidade da razão, paixão e poder.

BOM DESPACHO, 10 DE NOVEMBRO DE 2004, ÀS 10:00 H.
João Batista Silva
Enviado por João Batista Silva em 28/09/2018
Alterado em 28/09/2018
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