João Batista Silva
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Um Coração Indígena

Aos outros e outras
Deem as mãos,
Mas não deem
Os corações!
A vocês dois,
O amor pertence.

     Um coração indígena,
     De menina que sabe
     Esperar com carinho.
     Uma portuguesinha que herdara
     Todas as características
     De seus antepassados,

Beleza e seriedade,
Formosura e bondade.
Uma indiazinha aportuguesada,
Dos lábios de mel,
Encantos que encantaram,
Que encantam!

     Uma simpatia de dar gosto,
     Aos olhares de tantos amores,
     Amores que não se esqueceram,
     Uma menina que adora
     Se divertir e brincar.

Onde tem fogos “foguetes”...
Ela está a sorrir,
A falar e dançar,
Com seu querido irmão
Muito indiscreta.

     Às vezes uma cervejinha,
     De latinha,
     Ou, até mesmo uma coca-cola
     Na hora de ir embora,
     Quando recebe de presente
     Dá desculpa que está quente,
     E que faz mal a muita gente.

E assim o mundo
Vai girando,
O tempo vai passando...
Muito mais linda
Ela está ficando.
Menina e menino
Encontrem-se no amor,
No amor que pertence,
A vocês...

BOM DESPACHO, 10 DE NOVEMBRO DE 2004, ÀS 10:00 H.
João Batista Silva
Enviado por João Batista Silva em 28/09/2018
Alterado em 28/09/2018
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